ECONOMIA E DIREITO DU PARÁ

email para publicação: paraense25@hotmail.com

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Banco Central vende R$ 1,5 bi em swap cambial reverso


Banco Central vende R$ 1,5 bi em swap cambial reverso

Nesta manhã, a moeda se recupera após o leilão, e tem alta de 0,35%, a R$ 1,705
Nesta manhã, a moeda se recupera após o leilão, e tem alta de 0,35%, a R$ 1,705

Comunidade


O Banco Central (BC) realizou nesta manhã venda de contratos de swap cambial reverso, visando conter a desvalorização do dólar, em operação que movimentou R$ 1,523 bilhão. 
 

Nesta manhã, a autoridade monetária ofertou 40 mil contratos, com vencimentos em abril e julho deste ano. Desse total, 30,5 mil foram comprados pelas instituições.

O mercado levou 20 mil contratos com vencimento em abril, totalizando R$ 999,7 milhões, e 10,5 mil contratos com vencimento em julho, somando R$ 523,3 milhões.

Nesse tipo de operação, o BC paga juros às instituições e assume os ganhos ou perdas da variação cambial até o vencimento do contrato. Na prática, é como uma compra de dólares no mercado futuro.

Na terça-feira (28/2), o dólar fechou o dia com queda de 0,3%, a R$ 1,699. Nesta manhã, a moeda se recupera após o leilão, e tem alta de 0,35%, a R$ 1,705.

O último leilão de swap reverso feito pelo BC ocorreu na quinta-feira (23/2), quando a autoridade monetária emitiu R$ 175 milhões em contratos.

fonte: http://www.brasileconomico.ig.com.br/noticias/banco-central-vende-us-15-bi-em-swap-cambial-reverso_113688.html, por Felipe Peroni   (fperoni@brasileconomico.com.br) 29/02/12 11:25

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Mercado baixa previsão de inflação de 2012 pela nona semana seguida


30/01/2012 08h36

Estimativa recuou de 5,29% para 5,28% na semana passada, diz BC.
Para 2013, porém, mercado prevê mais juros e menos crescimento do PIB.


Alexandro Martello Do G1, em Brasília



A previsão dos economistas dos bancos para o Índice Nacional de Preços ao Mercado Amplo (IPCA) deste ano recuou de 5,29% para 5,28% na última semana, informou nesta segunda-feira (27) o Banco Central, por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus.
O documento é fruto de pesquisa com as instituições financeiras. Trata-se da nona semana consecutiva de queda da estimativa do mercado para o IPCA deste ano. Para 2013, a previsão do mercado para o IPCA ficou estável em 5%.

Sistema de metas de inflação
Pelo sistema de metas de inflação, que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Para 2012 e 2013, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. O BC busca trazer a inflação para o centro da meta de 4,5% neste ano, visto que, em 2011, a inflação ficou em 6,5% - no teto do sistema de metas.

Taxa de juros
Após a redução dos juros para 10,5% ao ano em janeiro, os economistas do mercado financeiro mantiveram a estimativa de que os juros básicos da economia brasileira serão reduzidos novamente em 2012.

A previsão para a taxa básica de juros da economia no fim deste ano permaneceu em 9,5% ao ano, o que pressupõe um corte para 10% ao ano em março, para 9,63% ao ano em abril (previsão anterior era de 9,5% ao ano) e, em maio, um recuo para 9,5% ao ano.
Os economistas dos bancos seguem estimando, porém, alta dos juros em 2013 - uma vez que a taxa prevista para o fim do ano que vem está em 10,38% ao ano. Com isso, houve aumento frente à estimativa feita na semana retrasada para o fim do próximo ano, que era de 10,25% ao ano.

Crescimento e câmbio
A estimativa dos economistas dos bancos para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2012 permaneceu estável em 3,27% na semana passada. Para 2013, porém, a projeção de expansão econômica, do mercado financeiro, recuou de 4,25% para 4,15%.

Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2012 subiu de R$ 1,78 para R$ 1,80 por dólar. Para o fechamento de 2013, a estimativa permaneceu inalterada em R$ 1,75 por dólar.

Balança comercial
A projeção dos economistas do mercado financeiro para o superávit da balança comercial (exportações menos importações) em 2012 subiu de US$ 19,6 bilhões para US$ 19,8 bilhões na semana passada.

Para 2013, a previsão do mercado para o saldo positivo da balança comercial brasileira avançou de US$ 14,5 bilhões para US$ 15 bilhões.
Para 2012, a projeção de entrada de investimentos no Brasil permaneceu estável em US$ 55 bilhões. Já para 2013, a estimativa dos analistas para o aporte de investimentos estrangeiros diretos subiu de US$ 54 bilhões para US$ 55 bilhões.

http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2012/01/mercado-baixa-previsao-de-inflacao-de-2012-pela-nona-semana-seguida.html

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Plano Diretor de Palmas: uma questão de Moral Hazard


O debate atual sobre a expansão, regularização, e criação de zonas sociais no Plano diretor de Palmas trouxe à tona uma questão profunda e tão urgente quanto à boa gestão do espaço urbano e rural da Capital: o risco moral (Moral Hazard). Entende-se aqui por risco moral, o risco relacionado à assimetria, isto é, uma situação na qual uma (ou mais) parte na transação possui mais informações que a outra (ou outras), e pode agir de acordo com seu próprio interesse, colocando em risco (ou, de fato, em xeque) o bem-estar coletivo. No caso do Plano diretor de Palmas, é clara a ausência de uma ampla discussão com os grupos de interesse, bem como é clara a presença de assimetria na informação em um tema de vital importância para cidade.

Nesse sentido, no caso atual, o risco moral é inerente quando do incentivo ou tendência de certas partes em agir inapropriadamente do ponto de vista coletivo, se os reais interesses não estiverem, efetivamente, alinhados. E tal situação tem sido constantemente testemunhada pela sociedade palmense nos últimos dias com relação à expansão (ou não) do atual Plano diretor da cidade. Vale ressaltar que a presença de informação privada sobre a coisa pública explica, em muitos casos, a razão da ineficiência e baixa eficácia dos resultados atingidos. Somado a isso, o risco moral traz a sensação de que, não importa o que se faça, não há perdedores, pois no mais pessimista dos cenários, o Gestor público pode “dar um jeito”. E é exatamente o que precisa ser evitado no caso de Palmas, visto que há um grande universo envolvido, um universo que compreende famílias, empresas e governo.

Além do risco moral, também há de se trazer para este debate, um fenômeno que ocorre em Palmas e que alguns insistem em negar: uma bolha imobiliária. Convém lembrar que o mero fato de haver uma possível expansão do Plano diretor da cidade não resultará, necessariamente, em redução dos preços de imóveis. Muito pelo contrário! Sabe-se que os preços, além de serem equacionados pela relação oferta/demanda, são também impactados pela especulação e, sobretudo, pelas expectativas futuras (neste caso, com relação à infra-estrutura que ainda não está presente em boa parte da capital). Ou seja, para que de fato, a sociedade palmense venha a ser beneficiária dos resultados desta discussão, além do amplo debate e do acesso pleno e transparente às informações e, conseqüentemente, da minimização do risco moral na coisa pública, a sociedade deve contar também com a capacidade dos gestores em buscar e promover a redução da bolha e, com isso, facilitar o acesso da população aos imóveis situados no Plano diretor da capital. 

Marcus Finco é PhD em Economia Agrícola pela Alemanha e docente efetivo da UFT  
               fonte:  http://economiaemfoco.zip.net/

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O EXAME DE ORDEM E A FALÁCIA DA PREOCUPAÇÃO

No último Exame de Ordem da OAB houve avanço no número de aprovados em relação ao último certame, inclusive com melhor desempenho das escolas tocantinenses. Digo isso, porque foram menos pior agora que nas provas anteriores. Mas, não é este o objeto principal deste post, já que tal discussão é mais econômica que propriamente jurídica.

Os paladinos do Exame de Ordem alegam que a OAB precisa intervir na avaliação dos cursos de Direito em todo país, já que é papel da Ordem defender os pobres e oprimidos, considerando que o MEC não o faz. Assim, é responsabilidade da OAB defender o direito daqueles que potencialmente seriam vítimas de advogados incompetentes, os quais sem preparação colocam em risco o direito das partes, vez que um mau advogado tem a capacidade de causar prejuízo tal qual um médico ou engenheiro na imperícia de seu ofício.

A discussão foi parar no STF que, com manifestação juridicamente precisa, deferiu a constitucionalidade do exame de Ordem, condenando todos os bacharéis à contribuição de duzentos reais a cada certame. Ao passo que se totalizarmos três exames em média/ano chegaremos ao cômputo de míseros R$ 600,00. Mas o que interessa vislumbrar neste contexto, não é a contribuição irrelevante da inscrição no exame de ordem, mas a relevância da indústria de cursinhos que se agiganta a cada resultado catastrófico de reprovados e incompetentes, deixando o desespero tomar conta dos bacharéis  subjugados à Nova Ordem Brasileira. 

Ao contrário do que possa imaginar, não acho que o Exame de Ordem seja totalmente absurdo, só penso que é feito pelo agente equivocado, posto que é da competência do MEC tal avaliação. E que seja realizada com critérios razoáveis e voltados para verificação de conhecimento dos alunos, e nao simplesmente em função da estatística de aprovação, com intuito de atender as metas econômicas dos cursinhos preparatórios.

Falar em excelência na qualificação profissional é um ideal a ser perseguido por todos, mas usar este discurso para mascarar interesses econômicos, tal estratégia é mais velha que andar pra frente, a qual funcionará até o surgimento de uma ação de ruptura com o sistema posto, seja política ou mesma jurídica. Enquanto isso, os pobres bacharéis lutarão resignados com a imposição da sabedoria das bancas conquistada na prática forense, que, à sua época, não se nivelavam à tamanha desordem.

Viva à OAB e sua sabedoria de proteger os oprimidos. Aos que possuem minimamente razoabilidade tirem suas conclusões, porque a minha já está colocada.




terça-feira, 17 de janeiro de 2012

VEJA O DESEMPENHO DAS FACULDADES DE DIREITO DO TOCANTINS NO V EXAME DA OAB


FONTE: www.justocantins.com.br
DATA DA PUBLICAÇÃO:16/01/2012

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nesta segunda-feira (16) a relação das instituições de ensino superior que tiveram o melhor desempenho de seus estudantes no V Exame Unificado da OAB . Segundo a entidade, as faculdades públicas se destacaram entre as 20 melhores instituições de ensino do direito no país.
O melhor desempenho foi da Universidade Federal do Espírito Santo com 80,80% de aprovação, seguido pela Universidade Federal de Pernambuco (78,57) e pela Universidade Federal de Minas Gerais (77,89).
No Tocantins, o melhor desempenho foi o da Universidade Federal do Tocantins, com 52,63% de aprovados.

VEJA O RANKING DAS FACULDADES TOCANTINENSES:
INSTITUIÇÃO INSCRITOS APROVAÇÃO 1a FASE APROVADOS 2a FASE % DE APROVADOS
CELP/ULBRA Palmas 198 96 46 23,71
UNIRG Gurupi 209 96 48 23,08
FACTO-Fac. Católica do Tocantins 90 47 24 26,97
FACDO-Fac. Católica Dom Orione 108 57 33 30,84
Faculdade Int. de Ens. Sup. de Colinas 151 72 23 15,65
FASEC-Fac. Serra do Carmo 8 3 1 12,50
Faculdade de C. Jurídicas de Paraíso 31 11 6 19,35
ITPAC- Faculdade de Direito de Araguaína 155 57 18 11,76
FABIC-Faculdade do Bico do Papagaio 15 3 1 6,67
UFT-Universidade Federal do Tocantins 57 45 30 52,63
IPES-Inst. Palmas de Ensino Superior 13 3 1 7,69
IEPO-Inst. de Ens. e Pesq. Objetivo 72 27 8 11,43
UNITINS 1 1 1 100
Leia mais: RESULTADO FINAL do V Exame da OAB 

fonte: www.justocantins.com.br

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Ministro francês confirma corte de nota de crédito por agência de classificação

Para François Baroin, rebaixamento de rating de AAA para AA+ ‘não é uma catástrofe’

13 de janeiro de 2012 | 17h 28
 
Gustavo Nicoletta, da Agência Estado
Texto atualizado 

PARIS - O ministro de Finanças da França, François Baroin, confirmou que a agência de classificação de risco Standard and Poor's rebaixou o rating do país de AAA para AA+, mas insistiu que a mudança não é uma catástrofe e que o governo continua comprometido a reformar a economia.

"Claro que preferíamos ter mantido o rating AAA", disse Baroin durante uma entrevista concedida à rede de televisão France 2. Ele acrescentou que o governo francês não pretende anunciar um terceiro plano de austeridade fiscal. 

Em dezembro, a Standard & Poor''s colocou em revisão para potencial rebaixamento os ratings de 15 países da zona do euro, afirmando que a tensão sistêmica no bloco monetário aumentaram e passaram a ameaçar o crédito da região como um todo. 

Na ocasião, a S&P disse que as tensões sistêmicas na zona do euro decorrem de cinco fatores interligados - as condições apertadas de crédito, os prêmios de risco elevados registrados em dívidas soberanas europeias (algumas delas com a nota máxima, triplo A), a falta de acordo entre as autoridades da região sobre como conter a crise e garantir integração fiscal e econômica, os níveis elevados de endividamento de governos e famílias e o risco crescente de uma recessão na zona do euro em 2012. 

Estados Unidos
Em agosto de 2011, uma decisão inédita da S&P levou ao rebaixamento da avaliação de risco do crédito de longo prazo dos Estados Unidos. Na ocasião, aa nota de risco de crédito dos EUA da agência Standard & Poor"s passou de AAA - a avaliação mantida nos últimos 70 anos e a mais elevada do ranking - para AA+. 

A medida foi tomada três dias depois da sanção da lei que evitou a suspensão de pagamentos pelo governo americano que esboçou o plano de ajuste de US$ 2,1 trilhões nas contas públicas federais nos próximos dez anos.

As informações são da Dow Jones.

A INTOLERÂNCIA COM O MUNDO GAY

Na última semana foi assassinado o professor da UFT Cleides Amorim, com possibilidade de motivação homofóbica. É evidente que a ação de tirar a vida de um ser humano por conta da opção sexual merece ser repudiada tanto pela sociedade quanto pelas autoridades competentes. Nao se sabe até onde pode ir essa intolerância  com os homossexuais, uma vez que está se tornando recorrente agressões e até homícidios em razão da ação preconceituosa de grupos homofóbicos.

É necessário que o Estado tome providências no sentido  de coibir estes atentados às garantias e liberdades individuais, posto que sao direitos fundamentais fulcrados na CF/88, não se admitindo a construção de toda uma vida ser implodida pela ação irracional de loucos que se acham no dever de purificar o mundo dos iníquos e desvirtuados. A ação de dar o cú constitui um expediente sexual praticado desde os primórdios da humanidade, então, deixa o povo, que gosta, exercer livremente seu direito, ressalvadas as condições previstas em lei.